Mostrando postagens com marcador Chris Eccleston. Mostrar todas as postagens

Christopher Eccleston diz ter perdido a fé e a confiança nos chefes de Doctor Who.


Após comentários de que foi colocado em uma "lista negra" pela BBC, depois de deixar Doctor Who, o 9th Doctor, Christopher Eccleston revelou mais sobre a tensão que ele sentiu nos bastidores durante as filmagens da série. 

"Meu relacionamento com meus três superiores imediatos - o showrunner, o produtor, e o co-produtor - se quebrou irreparavelmente durante o primeiro bloco de filmagens e nunca se recuperou," contou Eccleston em entrevista a nova edição da Radio Times.

"Eles perderam a confiança em mim. Eu perdi a fé, a confiança e deixei de acreditar neles."

Descrevendo a situação como "muito" estressante, Eccleston diz ter se sentido deslocado ao interpretar um papel mais alegre, e acredita ter contribuído para as dificuldades no set. 

"A raiva pela situação vinha da minha própria insegurança. Eles escolheram alguém para interpretar o Doctor que não era naturalmente um comediante."

Ele continua: "Billie Piper que sabemos que era e é brilhante, estava muito, muito nervosa e era muito, muito inexperiente. Então você tem isso, e você tem eu. Muito, muito experiente, possivelmente o mais experiente, mas fora de sua zona de conforto."

Na entrevista ele também fala do porque de só agora falar sobre o assunto, e Eccleston sugere que concordou em não causar "danos" na reputação da série. 

"Quando eu sai, eu dei minha palavra para o showrunner, Russel T Davies, de que eu não faria nada que pudesse causar danos a série. Mas eles fizeram coisas para causar danos a mim. Eu não critiquei ninguém."

Quando perguntado se Russel estava ciente do problema, Eccleston disse: "se você é o showrunner, você sabe de tudo. Esse é seu trabalho," adicionando que ele "nunca terá" uma relacionamento de trabalho com o escritor novamente. 
Fonte: Radio Tmes

Christopher Eccleston contou como o que aconteceu com Doctor Who quase destruiu sua carreira.


A saída de Christopher Eccleston de Doctor Who sempre gerou muito especulação entre os fãs, até porque era pouco comentado oficialmente. Muitas comentários negativos sobre ele foram feitos porque ele nunca falava de Doctor Who e ficava parecendo que não gostava da série e não respeitava o papel. 

Agora com seu novo trabalho no teatro e com as inseguranças em interpretar Macbeth ele falou sobre o ocorrido, e de quando deixou Doctor Who em 2005 antes mesmo da temporada chegar ao fim. 

Quando Eccleston deixou Doctor Who após apenas uma Temporada, sua decisão foi recebida com muita especulação e finalmente hostilidade, muito disso exageradamente, disse Eccleston, pela BBC ter manipulado incorretamente a situação. 

"O que aconteceu com Doctor Who quase destruiu minha carreira. Eu dei a eles uma série de sucesso e sai com dignidade, eles então me colocaram em uma lista negra. Eu carregava minhas próprias inseguranças como algo que eu nunca tinha feito antes e então eles me abandonaram, me transformaram em um vilão na imprensa. Meu agente me falou na época: 'O regime da BBC está contra você. Você terá que sair do país e esperar isso passar.' Então eu fui para a América e continuei trabalhando porque foi o que meus pais me ensinaram a fazer. Meu pai sempre diz: 'Eu não ligo para o que você vai fazer - varrer o chão ou qualquer coisa - faça do melhor jeito que você puder.' Eu sei que é cliche mas se aplica."

Você pode ler a matéria completa no The Guardian. 

Steven Moffat contou quais eram as outras versões do Especial de 50 anos.

Na segunda parte de uma entrevista concedida a edição 500º da Doctor Who Magazine, Steven Moffat falou sobre várias coisas. Entre elas, descobrimos que existiam diferentes versões do especial de 50 anos, The Day of the Doctor, na cabeça de Steven Moffat. 

Ele contou a DWM: "The Name of the Doctor, a versão original, termina com o Doctor do Matt entrando na sua linha do tempo após beijar River, e eu não sabia o que viria depois disso, mas eu sabia que levaria ao especial de 50 anos, mesmo que eu não soubesse como o seria o especial."

"Em algum momento, eu pensei que o Doctor do Matt iria entrar em sua linha do tempo...e acordar como Christopher Eccleston. O momento, que não era Billie Piper nesse ponto, diria: 'Então o que você acha?' e ele diria: 'O que você quer dizer? O que eu acho do que?' e ela diria: 'É isso que aconteceria.'" 

Mas essa não foi a única ideia que esteve rondando a mente de Steven Moffat. 

"Também tem essa outra versão - que esteve no papel por um tempo - onde o Doctor do Matt entraria na linha do tempo até um campo de guerra e encontraria Chris - Eccleston - com o grande botão vermelho, prestes a apertá-lo."

Problemas com o contrato dos atores também poderia resultar em nenhum Doctor participar do especial. E então eles trabalharam em um plot que não contaria com nenhum rosto familiar interpretando o Senhor do Tempo.

Após o Doctor entrar na sua linha do tempo em The Name of the Doctor ele deletaria sua própria existência, deixando Clara (Jenna era a única que tinha um contrato assinado na época) para salvar o dia. A companion reconheceria o Doctor em histórias e filmes, sendo interpretado por vários atores, e então ela iria lembrar e trazê-lo de volta.

"Mas a ideia era ter várias pessoas interpretando o Doctor. Essa versão do Especial existiu na minha cabeça por um dia. Esse era eu sendo um pouco histérico. Porque eu estava histérico. Mas The Day of the Doctor funcionou. Eu acho."

Storyboards do 50th mostram como seria The Day of the Doctor se Christopher Eccleston tivesse participado.


Como todos nós sabemos, os planos originais de Steven Moffat para o especial de 50 anos, The Day of the Doctor, eram trazer Christopher Eccleston de volta, mas o mesmo recusou o convite. 

The Day of the Doctor, foi ao ar dia 23 de Novembro de 2013 e mostrou o retorno de David Tennant e apresentou John Hurt como o War Doctor para preencher o lugar deixado por Eccleston.

Andrew Wildan - criador de comic, animador, produtor e criador de storyboard - liberou uma coleção de storyboards, incluindo uma parte de seu trabalho em The Day of the Doctor e Nightmare in Silver.

A Breeding Cool tinha uma copia disso tudo e compartilhou alguma coisa online.

Wildman falou um pouco sobre seu trabalho em The Day of the Doctor e revelou: "Haveriam 3 Doctors. O atual, 11th Doctor e os dois anteriores. Ok isso não foi o que aconteceu no final. Contratos são coisas estranha e no final o showrunner, Steven Moffat, teve que criar uma coisa diferente...um pouco diferente. Mas enquanto eu estava trabalhando eram os 3 Doctors e a atual companion Clara."



Os storyboards também revelaram um menininha que nos planos originais, era para ser O Momento antes de Billie Piper ficar com o papel.

Fonte: CultBox

Rapidinhas: O que você precisa saber antes do fim de semana.


Essa é a primeira edição do "Rapidinhas" que te conta bem rapidinho o que você precisa saber antes de aproveitar o seu fim de semana sem ficar com aquele Strax atrás da orelha te perguntando: "será que eu perdi alguma coisa?" Lê ai, rapidinho. 

COMEÇANDO

E o Douglas Mackinnon foi confirmado na direção do especial de natal desse ano. Não é a primeira vez que ele comanda um episódio da série, no seu currículo já temos episódios como Flatline (2014) , Time Heist (2014),  Listen (2014), Cold War (2013) e The Power of Three (2012.) E  se esses não foram o suficiente pra entender que ele é O CARA, ele ainda dirigiu o especial de natal de Sherlock que vem ai. Então mal ele não está né? Esperamos só tiro, porrada e bomba nesse especial. 

PRÓXIMA

Steven Moffat disse que o seu substituto em Doctor Who será maravilhoso. Mas calma, o tio não está deixando a série. Como já contamos por aqui, ele tem contrato para mais um tempo. Em um painel na exibição da premiere da 9° temporada, ele foi perguntado se estava "preparando" alguém para assumir o seu lugar e ele disse que não. Ele também brincou dizendo que não estava preparando ninguém, mas que também não estava sabotando ninguém. "Quando a hora chegar será maravilhoso, mas não é parte do meu trabalho preparar ninguém... ou deliberadamente sabotá-los." Larga o osso Moffat.

PRÓXIMA

A diretora mais buzuzu da história com um nome maravilhoso, Rachel Talalay, está pelo mundo do twitter liberando algumas dicas de que talvez mais alguém retorne para o especial de Natal. Se você estava em uma caverna, provavelmente não viu que Alex Kingston está de volta. Ela, a Rachel, não a Alex, comentou em resposta ao tweets da BBC América que mostrava o retorno da River: "E isso não é tudo.. shh." Anteriormente ela havia postado "O elenco convidado (e o elenco mesmo) para o próximo episódio de Doctor Who me deixou arrepiada." Para completar a paçocada, John Barrowman retweetou um tweet que falava sobre o retorno da River e nós juntamos 1+1 e chegamos a conclusão de que talvez Capitão Jack Harkness esteja voltando também. Quem sabe? Tomara que sim.

PRÓXIMA

Karen Gillan se juntou ao elenco do filme "The Cirle" ela vai atuar ao lado de atores como
John Boyega, que interpretará o personagem Ty, assim como Tom Hanks e Emma Watson. Saudade Selfie até o fim da vida, apenas isso. 

PRÓXIMA

Chris Eccleston o Nono, em entrevista, quando perguntado se ele estava assistindo a performance de Peter Capaldi no papel do Doctor respondeu um pomposo NÃO. Em outras palavras ele disse: "Eu não assistia Doctor Who quando era criança. Eu nunca me assisti em Doctor Who." E a gente aqui achando que depois da entrevista fofa dele ele tinha superado esse rancor com Doctor Who. Pelo visto a Falsiane ainda existe nele, e outra, tenho muita preguiça dele as vezes. 

Sext-feira, nós adoramos sexta-feira. Aproveita o fim de semana e se as rapidinhas não foram o suficiente o site está completo com tudo que você precisa e não precisa saber. Até semana que vem com mais uma edição do Rapidinhas. 

Chris Eccleston falou sobre sua saída de Doctor Who em 2005.


Christopher Eccleston que agora resolveu falar sobre o seu tempo em Doctor Who, em entrevista a BBC Radio 4, onde foi divulgar a série Safe House, falou sobre sua época em Doctor Who em 2005. 

A apresentadora perguntou sobre o momento em que ele aceitou o papel, se foi uma decisão imposta, se alguém convenceu ele a aceitar, ele disse que não, foi uma decisão dele: "Não, ninguém me convenceu, foi minha decisão. Eu falei com Russell T Davies. Eu mandei um e-mail pra ele e disse 'eu sei que você vai fazer a série, você deveria me considerar'."

Ele falou também do que o levou a considerar o papel: "...Eu fiz bastante coisas para adultos e eu queria fazer alguma coisa para crianças. Eu queria fazer coisas diferentes, aprender um jeito mais leve." A apresentadora perguntou se ele conseguiu e ele disse: "Eu acho que eu exagerei na comédia. Se eu estivesse lá de novo, eu faria diferente. Mas onde eu acho que eu provavelmente tive sucesso foi do lado mais emocional."

"O que é engraçado nesse país é que sempre que aparece uma história, eles se concentram no lado negativo. Eu não acho que seja importante a minha saída, eu acho importante em primeiro lugar que eu fiz. Eu não acho importante que eu tenha saído."
A apresentadora disse então que ele poderia não achar importante, mas que para os fãs da série foi um choque e que ele poderia ter continuado por mais quatro, cinco, seis anos, ou estar na série até agora. Ele disse: "Mas eu ainda estou lá, estava em David Tennant, estava em Matt Smith...eu estou em Peter Capaldi. Nenhum de vocês sabia disso sobre os senhores do tempo? Estou sempre lá em espirito."
Sobre a sua saída da série Eccleston foi curto ele disse que resolveu sair porque ele entrou em confronto com 3 "indivíduos do topo da pirâmide" mas que ele ia parar por ai porque eles não estavam lá para contar o lado deles da história. 

Safe House começa na segunda na ITV. 
Fonte: Blogtor Who

ROSE 16 ANOS: Como tudo começou... de novo.


Em setembro de 2003 foi anunciado que Doctor Who finalmente retornaria a televisão. Como cabeça da série estaria Russell T Davies e os produtores executivos Julie Gardner e Mal Young, que foram os responsáveis por desenvolver a série e trazê-la para a era moderna. Christopher Eccleston foi escolhido para dar vida a 9º encarnação do Doctor, e ao seu lado estaria Billie Piper dando vida a companion mais popular da história de Doctor Who, Rose Tyler. 


A primeira temporada começou com "Rose" no dia 26 de março de 2005. A temporada foi um sucesso imediato, atraindo mais de 1.8 milhões de espectadores na sua estréia.
O Showrunner que esperou. 
A BBC precisava de um drama para os sábados e o que Doctor Who realmente precisava era de um roteirista corajoso, para dar uma nova cara a série sem trair o seu passado. Em 2003, Russell começou a preparar os detalhes e pontos importantes para a série que seria compartilhado com os outros escritores da primeira temporada. Era mais ou menos assim: "Uma garota conhece um alien e eles viajam juntos pelo universo". "O alien é o Doctor: O seu melhor amigo. Alguém com quem você quer estar, o tempo todo. Ele é inteligente e engraçado, rápido e sarcástico, atrevido e corajoso. E considerando que ele é um alienígena, ele é mais humano que o melhor humano que você poderia imaginar. Cheio de compaixão, seu coração poderia explodir e sua cabeça está cheia de ciência, arte e história..." "Mas uma coisa falta ao Doctor. Família. Ele é solitário. As vezes a distância dá à ele um limite vital - quando o mundo está em perigo, ele não perderá tempo salvando a droga de um gato - mas as vezes, quando ele olha para os humanos, e suas mães e pais, e amigos. É como se ele não soubesse nada."  

O Doctor que durou menos. 
Alguns dias depois da estréia da primeira temporada, os fãs descobriram que Christopher Eccleston não voltaria para uma segunda temporada. Ainda pouco se sabe sobre o motivo real que o fez deixar a série. Em 2011 em entrevista ao site The Guardian, ele disse: "Eu sai por algumas políticas. Eu não fiquei cara a cara com eles. Eu não concordava com o jeito que as coisas estavam acontecendo. Eu não gostava da cultura que estava crescendo em torno da série. Então eu sai, eu senti que tinha acabado." Alguns dizem que a BBC não estava feliz com ele no papel, mas o mais certo seria assumir que o problema foi por parte do Eccleston que até hoje tem problemas em falar sobre Doctor Who. Semana passada em entrevista a um repórter da ABC ele teria desligado na cara do repórter após ser questionado sobre a serie. Supera isso Ecclestão, a gente te ama cara.
Quando em 2004 Eccleston foi anunciado como o Doctor, uma fã escreveu para Russell T Davies dizendo: "Como você pode escolher um Doctor com a BARBA POR FAZER???W????" Ela escreveu: "Ele parece acabado UGHHHH!!! Eu não vou assistir." Entretanto ele fazia sentido para o Doctor que Russell imaginou "Não necessariamente novo... ele é imediato e tático. Se você ficar muito perto dele você pode se queimar." Muitos se perguntaram porque não vimos a regeneração do 8th de Paul McGann na época e a resposta é simples, por mais que Russell gostasse do Doctor do McGann a nova temporada não deveria começar com nenhuma entrega, ou seja, nada de Doctor passa para Doctor e sim um novo começo. 



A Companion que durou e que dura e que vai durar para sempre. 
O número nove compartilharia suas aventuras com Rose Tyler. isso não parecia muito diferente do que os fãs tinham visto nas temporadas clássicas, mas uma nota de Russel deixou alguns fãs conservadores mais preocupados, "A ficção de Doctor Who tem 40 anos," ele escreveu. "A qual nós vamos ignorar, exceto as partes boas, Ele é um senhor do tempo, ele tem uma Tardis, dois corações, uma sonic screwdriver e ele tem 900 anos." "Isso é o suficiente, o importante é a nova mitologia que será descoberta, com a Rose. É vital descobrir uma nova mitologia nas telas." A (nova) audiência deveria descobrir o Doctor pelas histórias de sua companion exatamente do mesmo jeito que a série começou em 1963. Rose Tyler acabou se tornando a companion mais popular dentre as companions de Doctor Who, com sua era durando até hoje. 



O exterior da Tardis foi mantido e por uma temporada o nome "Doctor Who seria colocado nos créditos finais (era 'O Doctor' desde o primeiro episódio de Peter Davison em 1982).

Por um tempo Russell considerou usar a versão da música de abertura de 1970 apenas arrumando alguns arranjos, mas depois foi decidido que a música quando casada com os efeitos sonoros criados ficaria muito dispersa. Entrou em cena então Murray Gold que criou a nova gravação e que ficaria na série criando as músicas para os episódios. Em março de 2005, o episódio 'Rose' triunfou contra o seu principal concorrente da ITV, quando a temporada terminou Doctor Who só provou o seu sucesso contra o oponente que só conseguia marcar 2.3 milhões de telespectadores contra um total de 8.1 milhões de Doctor Who. A ITV tentou aplacar o sucesso de Doctor Who levando ao ar no dia 21 de maio, Star Wars: episódio I, que foi visto por uma média de 4 milhões de pessoas, enquanto mais de 7 milhões de pessoas assistiam The Empty Childna BBC1. Depois de um tempão, Russell T Davies fez de Doctor Who mais uma vez, um grande sucesso.


Eu sei que as pessoas esperavam que Doctor Who fosse uma grande falha, por que as pessoas são assim." "Eu sempre soube que funcionaria, eu não esperava que funcionasse tão bem - eu tenho que dizer que esse sucesso nos pegou de surpresa - mas eu sabia que como um drama, iria funcionar. - Russell T Davies. 
Fonte: Entrevistas retiradas do livro The Vault.

Moffat falou abertamente sobre Chris Eccleston não ter participado do 50th e mais.



Depois de assistir o especial de 50 anos no ano passado e absorver toda a maravilha que foi, uma das perguntas que ficou na cabeça de todo Whovian foi: Porque a regeneração do War Doctor para o 9th Doctor foi tão rápida? Bom, Steven Moffat falou sobre isso. 

Na nova edição da Doctor Who magazine, Steven Moffat disse: "A razão principal foi 'Decência humana.'"
"Uma coisa foi incluir (Chris Eccleston) com todos os outros Doctors, enquanto eles voam para salvar o dia- Na verdade, teria sido horrível deixar algum deles de fora. - Porém, tê-lo colocado naquela cena, poderia ter dado a impressão errada de que ele realmente apareceu nas filmagens, o que teria sido passar dos limites."
Ele completou: "Não fazer parte do 50th, foi uma decisão difícil para o Chris, tomada depois de muito se pensar e com grande cortesia, e não respeitar sua vontade teria sido grosseiramente pouco profissional e desrespeitoso para com um grande homem e um grande Doctor.  O número 9 pode não ter aparecido para as celebrações, mas não teria havido festa sem ele. "

E você o que achou de tudo isso? Foi rude o Chris não ter voltado? Moffat deveria mesmo assim ter colocado a cena completa da regeneração ou não? Conta pra gente. 

Ainda falando sobre regenerações, Steven Moffat explicou como o Doctor foi capaz de curar o pulso da River, sendo que ele não tinha mais regenerações: "Ele tinha energia de regeneração o suficiente para concertar um pulso, mas não para reconstruir um corpo inteiro." Ele comparou a quando o 10th fez sua mão crescer novamente. 

Moffat também falou sobre a antiga questão, "Regeneração significa morte?" e a versão resumida foi: "Para mim, a resposta é não. Regeneração não significa morte. Pra mim é muito mais assustador que isso." 
Fonte: Doctor Who TV